Às vezes falha…

Há uns quatro anos atrás…

Meio de semana, trabalhando até tarde (era só isso que eu fazia na época). Eu, na minha mesa “entocada” na pequeníssima Library da empresa. Fome… muita fome. Mas tinha que terminar a revisão/formatação do documento antes de ir embora. Enquanto fazia upload do arquivo, apertei o botão hands off do telefone fixo e disquei o número celular da minha amiga, pensando já em marcar o horário e local em que iríamos comer — 9999-2525 (número fictício, viu getem?). Tuuu…tuuu… o número estava chamando. Nisso, toca meu celular dentro da bolsa. “Saco!“, pensei. Desliguei o fixo e peguei o celular pra atender. Desligaram. “Meu, que falta de educação! Num demorei nem dois segundos pra atender…“. Olhei o número — Private. Ou seja, num sei quem é.

Terminou o upload do arquivo, mas eu apertei de novo o hands off e disquei o número celular de cabeça — 9999-2525. Tuuu…tuuu… chamando. E qual não é minha surpresa quando o meu celular começa a tocar de novo? “Caramba, mas quem será?!?“. Desliguei o fixo e peguei rápido o celular que já estava sobre a mesa. Nada. Mudinho. Desligaram… “PQP!!!“, pensei. Na hora da fome gentem, eu fico desbocada, viu? Num tem jeito… E o pior: era o mesmo número private.

Apertei o hands off de novo e redial (mais fácil, né gentem? tanta tecnologia, resolvi usar…). Tuuu…tuuu…tuuu… e o meu celular começou a tocar de novo. “Caralho, eu mato esse desgraçado!!!“. Deliguei o telefone fixo e atendi o celular — “ALÔ?!?!…“, nada. “Mas que peste! Quem será esse FDP que fica me ligando?!?!“, nesse momento minha vontade era arremessar o celular na parede, sinceramente. Comecei a ler o documento enquanto meus dedinhos ágeis apertavam hands off, redial… tuuu…tuuu..tuuu… e o que aconteceu? Hein, hein, hein? Exato!!! O celular começou a tocar de novo.

Mas dessa vez eu fui esperta. “Deixa esse FDP tocar. Azar o dele.” Mas o problema é que a minha amiga não atendia… tuuu…tuuu…tuuu… e a musiquinha infernal do meu celular não parava. “FDP!!!”, pensei e desliguei o fixo, pegando em seguida o celular: “ALÔÔÔ!!!“, e mais uma vez desligaram. Bom, no auge da minha putisse, antes de arremessar o celular pela janela do 9o. andar (num acesso de lucidez momentânea), resolvi olhar o número que eu estava discando no telefone fixo. “Caramba, conheço esse número… é o MEU número!” Afff… fala sério? O telefone da minha amiga era levemente (bem de longe, essa é que é a verdade…) parecido com o meu. Daí vai que fome, cansaço, etc., etc., etc., eu disquei o meu número e não o dela.

Pois é gentem… às vezes falha!

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