Fui, vivi, venci!

Gentem, lembram do casório? Então, eu fui.

Deixem-me explicar: sexta-feira, eu no salão pra fazer depilação, tintura, escova… cheguei às 15:00, saí 17:25.  Putz, tinha que estar no Carrefour da Anchieta às 18:30! Ok, lá vou eu feito doida pra casa, tomei uma ducha rápida, troquei de roupa, fiz maquiagem… Diego pronto, arrumadinho. Afff, desculpem, mas o Diego arrumadinho, de terno, é simplesmente LIN-DO!!! Mas é meu, tá gentem? Nem vem…

Minha amiga Mari veio pra irmos todos no meu carro. Resumo da ópera, saímos de casa 18:20. Impossível chegar na Anchieta 18:30. Ok, começa a saraivada de ligações celulares… Acabamos descobrindo que estavam todos atrasados pro encontro, e que haviam duas manifestações de fretados na cidade: uma na Ricardo Jafé e outra na Berrini. Cidade parada, trânsito terrível.

Mesmo assim, chegamos até que rápido na Anchieta, mas não conseguimos pegar a pista lateral para o Carrefour, então acabamos tendo que esperar pelo resto da trupe no posto policial mais próximo… 15 min… 30 min… 45 min… meu, que vontade de fazer xixi! Mas não ia mijar no posto policial, num rola… agüentei.

Eu sei que por volta de 20:45 os meninos apareceram e nós continuamos nossa aventura até Ribeirão Pires. A estrada de Sapopemba parece aquelas estradinhs de filme de terror, com neblina, chuva miúda, e mato pra todo lado. Asfaltada, é verdade, mas cercada de mato. Vai daí que encontramos uma plaquinha para a tal da Estrada das 7 Cruzes… esta sem asfalto, diga-se de passagem. Dali pro evento foi um “pulo”. Chegamos eram quase 21:30 e o noivo nos esperava na porta do salão: não havia casado ainda, embora a cerimônia estivesse marcada para às 20:00. Não havia quase ninguém para assistir!

O salão, com cadeiras brancas muito bem decorado. Rapazes vestidos de mosqueteiros tocavam violinos e fizeram uma “performance” diferente para cada entrada — padrinhos, daminha de honra, noivo e noiva. Devo abrir um parêntesis aqui: havia 200 lugares, mas eram 100 convidados somente (ou nem isso). Ou seja, o salão ficou meio vazio… então a organização do evento pediu que nós nos sentássemos espalhados para não ficarem buracos com cadeiras brancas inabitadas no vídeo do casamento… rs…  fala sério?

Bom, Alê estava na estica, todo sério, e Mari entrou num vestido muito lindo, devo dizer. A organização da festa foi meio exagerada nas performances dos tais violinistas, beirando o bizarro, mas nem por isso tiraram o nosso bom humor e a felicidade de reencontrar velhos amigos. Pra quem tiver a curiosidade de verificar do que estou falando, achei esse vídeo no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=XWg0NHx7_80. Hahaha! Riam a valer!

É isso. Fui, vivi, venci! E voltei pra contar… 😉

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