Nosso Lar

Hoje tive uma grata surpresa: meu amigo Fernando – amavelmente apelidado de “Sprock” (com “r” mesmo, porque é um trocadilho com o sobrenome dele… e, sim, ele é doido por Star Trek), me enviou um link com o trailer do filme Nosso Lar, baseado no livro homônimo psicografado pelo nosso saudoso Chico Xavier. Fazia um certo tempo já que eu sabia que estavam filmando o livro, mas não tinha idéia de que a coisa estivesse tão adiantada. As imagens são impressionantes, e pelo jeito estão bem fiéis ao livro.

Nosso Lar é, na verdade, o nome da cidade espiritual baseada “sobre” o Rio de Janeiro. Usei aspas porque a cidade na verdade se encontra numa outra dimensão, astral, e portanto não está voando em cima da Cidade Maravilhosa como muitos possam imaginar. A história do personagem principal é a de um pai de família (André Luiz, que depois vem a psicografar várias outras obras com o Chico) que desencarna repentinamente e se vê, durante algum tempo, no umbral para depois ser recolhido por uma equipe de socorristas. Ele então acorda num dos hospitais de Nosso Lar e, quando toma consciência de seu novo estado “sem corpo” (material, é claro), começa então a aprender sobre esta nova etapa de vida do lado de lá. O livro traz ricas informações sobre o modo de vida dos habitantes da cidade, seus costumes, habitações, meios de transporte, moeda corrente, ciência, centros de estudo, hospitais, etc. Enfim, é uma beleza de ler, e agora, de se ver.

Pelo que vi do trailer, ele tem tudo para agradar tanto céticos quanto estudiosos do assunto. Afinal de contas, nesses anos todos de leitura, pesquisas e estudo, acabei verificando que muitos desses filmes que alcançam bilheterias estrondosas – vide O Senhor dos Anéis, Star Trek, Harry Potter – têm muito mais de real e verdadeiro do que sonha nossa vã filosofia… 🙂

Sabe aquela história do “nada se cria, tudo se copia”? Pois é, muitos desses escritores e cineastas têm, na verdade, suas “lembranças” e insights abertos para coisas que, de extraordinário, não têm nada. Isso tudo soa mágico e inverossímil simplesmente porque nosso nível de densificação na matéria hoje é tão grande que nos impossibilita ver, ouvir e rever, certas coisas. E para a grande maioria de nós isso é um grande alívio, isso sim… rs…

Comentei com o Fernando: que bom seria ver um filme desses indicado ao Oscar não? Fica aí a dica aos cinéfilos de plantão. Sai em Setembro.

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