Amor, sublime amor…

Eu tive 3 namorados na vida. Tem gente que vai ler isso e vai dizer – “Hãh?! Como assim só 3?!?”. É, então… foram “só” 3 mesmo. O primeiro eu namorei, noivei e casei. Ficamos juntos dos meus 15 até os meus 29 anos… e foi bom enquanto durou. O segundo nem sei se posso chamar de namorado, uma vez que foi uma paixão louca e eu tinha que manter em segredo total porque ele não queria que ninguém soubesse que estávamos saindo juntos. Ficamos nesse “chove-não-molha” por 3 anos… ninguém merece. E por fim meu fofo, lindo, gostoso atual marido, pai da minha filha.

Diego foi meu amigo por um ano. Nós nos conhecemos no carnaval de 2007. Viajamos juntos para a praia. E durante todo o ano de 2007 nós conversamos, fomos ao shopping, ao cinema, jantar, almoçar, fazer compras, etc. Foi muito bom. No carnaval seguinte, acabamos juntos novamente, mas desta vez “ficamos” realmente juntos. E fizemos uma menininha linda que já completou um ano e sete meses.

Se alguém me dissesse, quando conheci o Diego, que nós acabaríamos juntos, eu diria “tá maluco?”. Sim, porque na minha inocência nós não tínhamos nada a ver. E agora a presença dele me faz falta quando não nos vemos. Uma vez por mês, mais ou menos, eu quero matá-lo, é verdade. Nunca conheci alguém que me deixasse tão enfurecida durante a TPM – é surreal. Mas até nisso ele se supera, agüenta o rojão e finge que nada aconteceu. Sou infinitamente grata por isso.

E porque eu estou contando isso para vocês logo após o final de semana do Dia dos Namorados? Bom, é para deixar registrado aqui que nem sempre aquele ideal de homem, de príncipe encantado, é realmente o que você precisa para ser feliz. Sabe aquele nerd que senta do teu lado todo dia na hora do almoço e você nem liga? Sabe aquele gordinho simpático que puxa a cadeira para você se sentar e sempre responde teus emails com educação e boa vontade? Sabe aquele cara bonitinho, mas extremamente tímido, que mal consegue te olhar no olho quando tem que falar contigo? Bom, vou parar por aqui porque eu acho que vocês já entenderam onde eu quero chegar…

A Vida tem estranhas maneiras de nos dar aquilo que nós precisamos. Preste atenção, olhe para os lados, dê uma chance ao destino. Não pré-julgue; deixe as expectativas para depois. Quantas vezes você beijou o cara lindo na balada e ele nem se dignou a te ligar no dia seguinte? Então, minha amiga/meu amigo, está na hora de você jogar no seu time, e não no dos outros. Você pode muito bem terminar com uma família linda feito a minha! 😉

O amor e os Orixás

Para quem quer se “abrir” às boas energias do amor, vale tomar banho de rosas vermelhas ou cor-de-rosa, acender incenso de rosas, ou mesmo uma vela rosa (ou vermelha), e pedir que seu campo energético seja limpo e esteja livre das más energias. Pedir que o Universo lhe traga aquela pessoa que lhe foi pré-destinada. Mas principalmente pedir discernimento, para que você consiga ver os sinais que a Vida, com certeza, lhe enviará.

A orixá regente do amor é Oxum, a mãe da abundância. Oxumaré, o arco-íris divino, representante da renovação no mundo, é seu par energético. Juntos eles trazem a abundância, o amor, e a renovação (procriação), que só dois seres unidos podem trazer.

Fundamentos

Tem muita gente que acha que nada disso é real ou necessário. Acham que velas, pedras, flores, incensos, etc, são crendices de pessoas destituídas de instrução. Pois então eu explico:

Deus, a Fonte, o Pai Maior, ou seja lá o nome que você quiser dar a essa energia primordial, é imparcial. E com imparcialidade emite ondas energéticas sustentadoras a TODA a criação, sem diferença alguma entre uma pessoa ou uma pedra que seja. Se nós, seres humanos, conseguíssemos nos manter constantemente em estado “de graça”, ou seja, em paz, equilibrados, cheios de amor no coração, essas energias chegariam até nós e nos serviriam de alimento tanto para o corpo quanto para o espírito. Não haveria doenças, tristeza, nada de ruim nos aconteceria.

Só que nós não somos assim. Nós ficamos com raiva, nós sentimos rancor, nós nos desequilibramos no dia-a-dia. E é aí que entram os catalizadores dessa energia. Uma flor, ao ser usada num banho com propósito específico, cataliza a energia da Fonte transformando-a em energia elemental – ou seja, do elemento, que pode ser o ar (fumaça do incenso, charuto, etc), a água, a terra, o fogo, o vegetal ou o mineral. Essa energia, ao ser transformada em algo mais próximo da nossa vibração, consegue então passar pelo bloqueio de nossos desequilíbrios e assim agir em nosso benefício.

Ou seja, sem o auxílio desses elementos transmutadores da energia divina, somente uma parcela ínfima da energia que a Fonte nos emana nós conseguimos absorver. Com o auxílio desses elementos, no entanto, nós podemos catalizar, transmutar e absorver essas energias divinas com maior facilidade.

Um altar, por exemplo, nada mais é do que isso: uma “antena” direcionada ao Divino. Ele capta, condensa, transmuta e depois transmite essas energias aos que se põe de joelhos à sua frente.

É isso. Lembrem-se: na Umbanda, tudo tem Fundamento. Só é preciso estudar para compreender.

Feliz Dia dos Namorados!

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