Mensagem de ano novo

Na noite de 25 de Dezembro, Vó Benedita esteve em minha casa. Passou à mim e à minha família sua mensagem para o ano novo que logo começaria. Hoje de madrugada, novamente ela sussurrou sua mensagem em meu ouvido, pedindo que eu dividisse com vocês. Peço desculpas à vózinha por talvez ter modificado alguma coisa em suas palavras – eu não me levantei às 4 da manhã para registrar a mensagem, e tive que lembrar-me dela durante o dia para então poder registrá-la. 😉

Feliz ano novo a todos!

Parsifal's Lament (O lamento de Persival) de Johnatan Earl Browser

Estes são tempos de alegria, fios. Toda a Aruanda está em festa. Este planeta, assim como várias outras moradas na casa do Pai, estão crescendo, evoluindo. Como todo o resto da Criação Divina, os planetas, e até sistemas inteiros também devem evoluir. Do lado de cá, fios, milhares, milhões de espíritos desejam a derradeira chance de novamente vestir a roupagem terrena e estar entre vocês. Mas poucos foram os escolhidos para estarem encarnados nesta época… e ocês fazem parte desses poucos.

Então, hoje, a velha Benedita veio até aqui pedir a ocês que, nessa lua grande que se inicia, ocês reclamem menos. Porque, fios, se tantos querem estar onde ocês estão, porque ocês, que ganharam o bilhete premiado, hão de reclamar, num é mesmo?

Ocês além de estar aí, participando, crescendo, neste momento único em que se encontra a humanidade, ocês estão fazendo isso como fios da pátria do evangelho. Uma terra abençoada, onde espíritos magníficos se fazem presentes. Gente como o grande mensageiro do evangelho dos espíritos, que agora já retornou à morada eterna; ou como o Mago Mestre do Arco-íris, que com sua sabedoria engrandece hoje a pátria do Cruzeiro do Sul.

Fios, ocês que nasceram aqui não tem do que reclamar. Ocês tem acesso aos ensinamentos, tem saúde, tem os recursos necessários para, juntamente com todo esse orbe, fazer desta vossa última estadia na carne. Pois então, vamos à luta, fios! A eternidade os espera.

Essa vó que vos fala já reclamou muito. Já teve pataco, já teve conforto, já teve alegrias… mas reclamou. Foi preciso que a vó nascesse preta e escrava para que a vó finalmente compreendesse as bênçãos que o Pai Divino entregava a cada dia. Foi preciso que a vó nada tivesse, nem mesmo a liberdade, para que então deixasse as lamúrias de lado e aprendesse a abençoar. E abençoando, fios, a vó tocou os corações de muitos. A vó recebeu as bênçãos dos céus e distribuiu às crianças, às moças, aos moços, e aos cansados de corpo e espírito. Naquela época, fios, já cansada no corpo, foi-me permitido abençoar… e as mãos calejadas da colheita dura do algodão deram lugar ao terço e à cruz de madeira do Cristo. Nunca, fios, nunca a vó angariou tantos graus como naquela época. Abençoando, fios, a vó foi abençoada. Ouvindo o choro alheio, a vó foi ouvida. Curando, a vó foi curada. Ajudando os fracos de espírito, a vó descobriu a própria força. Dando de comer aos famintos, a vó foi alimentada. E quando finalmente a vó deixou seu corpo doído na terra poeirenta da fazenda e nasceu para a vida eterna, fios, a vó viu o chão coalhado de estrelas – cada bênção que a vó distribuiu encarnada virou uma luzinha no caminhar do espírito da velha Benedita.

Entenderam, fios? Então, se falta a saúde, graças a Deus! É tempo de prestar atenção a si e conhecer-se melhor, reconhecendo-se espírito imortal. Se falta o pataco, graças a Deus! É tempo de renovar a esperança e a fé em dias melhores, desenvolvendo a perseverança e o trabalho honesto no bem. Se falta o tempo, graças a Deus! É hora de repensar a vida e exercitar o desapego, avaliando melhor deveres, direitos, e a importância que se dá a cada coisa na vida. Se falta a paz, graças a Deus! É tempo de compreender que a paz só se acha dentro de si, e que a Consciência Divina há de cobrar cada um de vossos pensamentos, atos e palavras.

A cada pedra no vosso caminho, fios, há a oportunidade única do aprendizado, da evolução. Não percam vosso tempo precioso na lamúria, na reclamação. Ao invés disso, fios, abençoem a oportunidade.

Este é o tempo da colheita fios. Não há como ter boa colheita sem trabalho árduo, mãos calejadas e suor no rosto. Distribuam vossas bênçãos e deixem a reclamação de lado.

Eu sou Vó Benedita de Aruanda, vossa irmã em Cristo.

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2 pensamentos sobre “Mensagem de ano novo

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