As Cartas de Cristo – Parte 9

Carta 1 – Parte 9 – O PODER CRIATIVO DA MENTE UNIVERSAL

(clique para ler no site do STUM)

A Consciência era a Vida e a Vida era a Consciência e ambas eram o “Poder Criativo”, “MENTE UNIVERSAL DIVINA” mais além, dentro e por trás do universo.

Compreendi que as pessoas davam grande importância à individualidade e à forma. Elas não podiam imaginar uma mente ou inteligência operando de modo efetivo senão por meio da forma individual. Por isso, os Judeus haviam criado uma imagem mental de um imenso ser supremo, tendo todos os atributos positivos e negativos do ser humano. Desta forma era possível para os profetas acreditarem em – e falarem da – ira de Jeová, ameaças e castigos e da vinda de enfermidades e pragas em resposta à desobediência humana. Mas percebi que estas imagens mentais eram mitos. Elas não existiam.

Percebi que, em qualquer dimensão da existência, era a MENTE – a inteligência manifestada – que era o fator mais importante no que se refere à criação e ao homem em si. De modo que se deve reescrever o Gênesis assim: Antes da criação – era a MENTE UNIVERSAL – o Poder Criativo dentro e por trás da criação em si.

Tendo “visto” tão claramente, para além de toda a discussão, que o Poder Criativo da MENTE UNIVERSAL estava em todo lugar, no infinito do céu e ativo dentro de formas terrenas, fui impulsionado interiormente a olhar ao meu redor. Olhei e vi apenas cascalho e pedra. Então, subitamente me foi apresentada a imagem de uma bela paisagem, na qual crescia todo tipo de plantas, arbustos e árvores, aves sobrevoando as árvores e animais pastando na relva. Assistindo a esta visão com admiração, “vi” que as plantas e árvores, cada uma delas – e sim, mesmo os pássaros e os animais – na realidade eram compostos de centenas de infinitas comunidades de minúsculas entidades trabalhando sem parar (seus cientistas modernos as chamam de “células”), em um espírito de total harmonia e cooperação, para produzir a substância e os diversos órgãos dos sistemas internos e o aspecto exterior das entidades vivas e completas.

Contemplei esta maravilhosa atividade por um longo tempo, ainda que o tempo já não tivesse mais importância para mim. Enquanto eu olhava, pensava: quem poderia ter adivinhado que sob a cobertura de pelagem, plumas e pele, haveria tão intensa atividade em diminutas comunidades de entidades, trabalhando juntas para dar vida, forma, nutrição, cura, proteção e resistência aos corpos de tantas espécies diferentes?

Era a inteligência do TRABALHO realizado que atraía a minha atenção.

Assim, compreendi que o TRABALHO era uma parte integral da Atividade do Poder Criativo desde a menor “entidade” (célula) dentro dos sistemas viventes até a mais avançada entidade no universo: o homem em si. No sistema de todos os seres vivos, todo o trabalho estava sob a direção do Poder Criativo Divino, no qual estavam os planos e desígnios da criação. Vi que esses planos e desígnios eram, na verdade, “formas de consciência” e poderiam chamar-se de PALAVRAS, uma vez que cada PALAVRA significa uma forma muito especial de “consciência”.

Assim, a PALAVRA original na “Consciência do Poder Criativo” se manifesta no mundo visível. A PALAVRA e, portanto, o “Padrão da Consciência”, permanece na MENTE CRIATIVA DIVINA manifestando-se continuamente em si mesma.

Pude “ver” então que tudo no universo “vivia, se movia e tinha seu ser” no Poder Criativo da MENTE UNIVERSAL, a qual era infinita e eterna e era a única verdadeira Realidade por trás de todas as manifestações de forma individualizada.

Enchi-me de louvor, pois tudo no mundo procedia de, e ainda estava dentro, deste supremo Poder Criativo da Mente Divina. Fiquei maravilhado com toda esta atividade secreta que está sempre operando em tudo o que é vivo, incluindo o corpo humano. Perguntei-me como é que unidades tão pequenas funcionavam de forma tão inteligente, de acordo com os planos específicos para produzir sem erro a forma proposta – o tronco da árvore, as folhas, flores, frutos, insetos, pássaros, animais e o corpo humano.

Compreendi, com mais clareza ainda, que o “Poder Criativo” era a própria Fonte de toda a “atividade inteligente” no universo. Se o homem possuía inteligência, era somente porque a havia extraído da “Fonte Universal de Todo Ser”.

Além disso, foi-me mostrado que o Poder Criativo Divino sempre trabalha de acordo com certos princípios de construção exatos e fundamentais. Foi-me mostrado que assim como os homens têm características claras e uma “natureza” bem definida ao se apresentarem frente ao mundo, assim também o PODER CRIATIVO possui uma “Natureza” clara e definida – características distintas – as quais poderiam ser claramente reconhecidas na maneira com que todos os seres vivos – plantas, animais, aves e homens – foram construídos e mantidos.

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