Empatia

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Existe uma força, uma energia pulsante, que permeia a tudo e todos. Hoje vocês podem inclusive fotografar parte dela através do método Kirlian, por exemplo. Há, no planeta e em tudo o que existe, centros energéticos que irradiam esta força com certas qualidades específicas.

Um bom exemplo, é o da cachoeira que emana de si esta energia luminosa que a tudo permeia, mas que traz uma “calibração” energética que é só dela e que se estabelece a partir dos tipos de minerais constantes na água, das rochas ali existentes, dos vegetais a sua volta, do terreno sob o leito de sua queda d’água. Todos esses elementos dão a cada cachoeira uma assinatura única, individualizando-a. Ainda assim, qualquer lugar onde haja água caindo de certa altura será, invariavelmente, uma cachoeira.

Assim são os seres humanos. Todos formados por uma mesma energia luminosa pulsante. Uma energia que, em sua essência, é igual, onipresente, onisciente. No entanto, uma vez individualizada na forma de um ser, passa por infinitas experiências, adquire infinitos conhecimentos, desenvolve uma consciência única que é só dela, daquela consciência, daquele ser.

Muitos perguntam: mas qual a intenção da Fonte Única em subdividir-se e expandir-se em infinitas centelhas por todo o Universo? Se “Deus” é tudo o que existe, porque precisaria Ele de tal coisa?

A energia – poderosíssima, inteligentíssima – que chamam de “Deus” não poderia ser assim se não fosse formada de infinitas experiências, infinito conhecimento, infinitas dores e alegrias. A cada ser exteriorizado e que inicia sua caminhada evolutiva, seja onde for, seja em que condições esteja, mais e mais soma-se à consciência da Fonte, e mais e mais ela se expande.

O centro de forças, no entanto, é impenetrável. Lá, as indeléveis caraterísticas do Criador de Tudo e Todos se faz presente e nos é ainda impossível descrevê-las em palavras. Tudo ali existe de forma neutra, como no estado meditativo mais profundo. Pulsos constantes de energia funcionam como se um grande coração batesse constantemente. A cada pulso, uma enorme Onda Viva se expande e é exteriorizada. Como a pedra que perturba a superfície do lago, a Onda Viva se projeta por todos os lados, em todas as direções e assim abarca toda e qualquer dimensão.  Como energias recém-exteriorizadas, cada centelha necessita receber cargas mais específicas que, como na cachoeira, darão à elas individualidade, caraterísticas únicas que as guiarão por toda a eternidade. Se assim não o fosse, jamais tomaríamos consciência como seres individualizados, estaríamos sempre como pequenos pontos luminosos imersos num grande oceano de energia sem, no entanto, podermos realmente interagir com ele.

A cada carga energética recebida, a centelha se expande, e como na formação do feto no útero materno, vai criando forma. Como na Fonte de onde veio, a centelha mantém seu núcleo luminoso indissolúvel, indestrutível, enquanto vai passando por mais e mais dimensões de energia. Cada nova carga lhe dá mais características únicas, que a centelha utilizará como base dentro de seu desenvolvimento de consciência. Passa por estágios “infantis”, onde é cuidada por seres já maduros e compatíveis com as dimensões onde se encontram. Evolui recebendo constantes cargas energéticas de amor, direcionamento, raciocínio e empatia.

Sim, empatia. Sem a empatia o ser torna-se consciente mas separa-se do restante da criação. Para ele é impossível compreender o que os demais sentem e, em sendo assim, inflinge aos demais os mais horrendos sofrimentos na defesa daquilo que ele considera como “direitos” unicamente seus.

A empatia se traduz, no lado energético, como finíssimos cordões de energia luminosa que saem principalmente dos chacras principais de cada ser e se ligam a todos aqueles com quem o indivíduo entra em contato criando um “relacionamento”. A relação pode ser de amor, de respeito, de irmandade, de amizade, de confiança. Mas também pode ser de ódio, de mágoa, de amargura, de inveja, de rancor, de despeito. Em todos esses casos, esses cordões formam-se entre os indivíduos e a empatia se dá para o bem ou para mal. Entendam que aquilo que comumente chamamos de bem define-se como algo que beneficia a coletividade, ou pelo menos a um indivíduo, sem no entanto causar sofrimento ou perda energética aos demais.

Quando a empatia chega a um nível considerável, a comunicação entre indivíduos deixa de necessitar da palavra falada e passa a ser estabelecida em nível mental. Seres realmente empáticos sentem-se como uma coletividade e convivem de forma harmônica, pois causar dor ao outro resume-se a afligir a si próprio. Por tanto, é questão prática que em uma coletividade com tal sentido de empatia, todos contribuam para a manutenção da alegria e do bem-estar gerais.

Existem, no entanto, muitos seres que são incapazes hoje de estabelecer a empatia, seja ela benéfica ou não. Seres que estão “adormecidos” energeticamente falando e que por isso necessitam de fortes emoções para sentirem-se realmente vivos – normalmente causadas pela morte de centenas de pessoas, pelo medo coletivo, pelos massacres de populações inteiras, ou mesmo pela tortura mental ou física de outros seres. Estas “consciências” perderam-se durante seus processos evolutivos, e agora as malhas energéticas que os circundam trabalham no sentido de os levar de volta ao ponto onde desviaram-se. É um duelo titânico entre a consciênca deturpada e ativa e a centelha de luz que habita cada um deles. Embora permeados e constituídos das mesmas energias que tudo e todos, seus séculos e séculos devotados a não-empatia os levaram a não mais produzir aqueles finíssimos cordões de luz que os possibilitaria a vida condizente em sociedade.

No fundo, sabem disso e por isso vivem num constante “medo” incosciente de serem “descobertos” por algo ou alguém. Na verdade, sabem-se “vigiados” constantemente em seus atos, pensamentos e palavras pela consciência luminosa da centelha que habita detro deles próprios e portanto só conseguem esquecer-se e desligar-se desse constante stress de energias em choque quando locupletam-se das densas energias humanas geradas durante orgias de toda sorte, matanças e rituais macabros. O medo e o sofrimento são seus alimentos.

São como os viciados que precisam mais e mais da droga para sentirem-se vivos e alertas.

No presente momento, muitos desses seres dominam sua sociedade. Não porque são mais fortes ou melhores, mas simplesmente porque vocês os ignoram e pensam não ser possíveis tais coisas que estou a descrever. É impossível, ou mesmo muito difícil, para um ser com um mínimo de empatia, compreender que alguém possa simplesmente não sentir absolutamente nada por ninguém além de si próprios.

Mas eu os alerto que assim é. Assim agiram os grandes “vilões” da história, notadamente a consciência individualizada como Hitler.

Como ele, e piores que ele, ainda existem centenas, milhares de consciências que não sabem o que é sentir a dor ou a alegria do outro. Portanto, centrem-se cada vez mais em desenvolver a empatia. Quando a rede empática em seu mundo estiver vibrando num nível mínimo, esses seres virão à tona, não suportarão a mudança energética e terão de deixar a vida na dimensão em que vocês se encontram.

Criem mais e mais empatia. Empatia boa, aquela que cria laços luminosos entre vocês. Lembrem-se dos grandes homens e mulheres que estiveram e estão entre vocês, aqueles que doam de si, de seu tempo, de sua mente e de suas palavras para tornar a vida de todos melhor. Pensem em como se sentem quando praticam algo que gera bons frutos, não só para si, mas também para os demais. A sensação não é ótima?  Pois este é o sentimento empático que precisa fluir por todo o globo para que esses seres deturpados deixem de conviver com vocês e de usá-los a todo momento.

A empatia é a verdadeira base do amor fraterno. Sem a verdadeira empatia não pode haver amor. E sem amor não há vida, só sofrimento.

Adonai.

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Um pensamento sobre “Empatia

  1. Belssimas colocaes,Sarah,parabns!!! Aqui na web – lamentavelmente,encontrei elementos assim – ainda h muita gente desequilibrada,negativa,revanchista,auto e hetero-mistificada ou obsedada mesmo,tive alguns embates com elementos de tal tipo,no entanto,eis-me mais fortalecida,cnscia de que,se sabemos colocar-nos ( um pouco que seja ) acima da faixa vibratria,por exemplo,do oposto da empatia – mau uso das foras magsticas,no caso – passamos a merecer uma proteo imensa,e a reverso antanaggica ocorre – o feitio vira-se contra o feiticeiro/a,na razo direta da sintonia que o mau magista apresenta,com relao a foras negativas e revanchistas,como o que tentou me atingir. Sim,busquemos empatia construtiva,sempre!! Saudaes kosmocordiais.

    Date: Tue, 9 Apr 2013 14:16:49 +0000 To: syntureytt@hotmail.com

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