Pintura com Rosa Teubl

Neste último sábado estive com a artista Rosa Teubl. A Rosa desenvolve um trabalho de canalização e pintura de mestres, anjos e guias pessoais que é simplesmente fantástico. Quando estávamos fazendo a canalização do meu mentor, ela me disse que ele estava muito contente comigo. Falou e repetiu isso mais de uma vez. Na hora me veio o seguinte pensamento “Feliz comigo? Eu é que tenho que ficar feliz por ele me acompanhar…”. Tambem pensei que ela tinha dito aquilo por dizer.

Depois, quando cheguei em casa, e coloquei o lindo retrato dele no meu escritório, lembrei de novo das palavras da Rosa… e mais uma vez repudiei o elogio como se fosse algo fantasiado por ela. Mas nesse momento eu realmente vi a imagem sorrir para mim… e então ouvi a exortação.

Filha do meu coração, lembra quando apareci para ti, há milênios, no topo daquela colina? Lembra dos teus medos, das tuas incertezas? Lembra que eu te exortei a enfrentar as provas com coragem, e te disse que os erros seriam importantes para a tua evolução? Agora olha para ti, filha. Vês o quanto caminhaste, o quanto aprendeste? Percebes agora a mudança em tua consciência? Percebes que agora já não és mais aquela criança espiritual a quem eu socorri tantas vezes seguidas?

Não, não, filha… tua irmã, quanto te disse que eu estava a sorrir de felicidade para ti, estava certa. Hoje tu despertas para a vida eterna. Hoje tu tens o bastão de Toth, o bastão do conhecimento, a teu dispor. Hoje tu despertas tudo aquilo que aprendeste há eras, e pões toda tua bagagem à serviço da tua evolução. Como podes achar que não tenho orgulho de ti? Como podes pensar que não sorrio a cada novo desafio vencido por ti?

Hoje tu tens a chave da vida eterna, filha. Por mais que ainda sejas humana no sentido de ainda carregardes muito das energias deletéreas deste orbe a tua volta, sei que quando deixardes a carne estarás pronta para seguir em frente. Logo despojarás o restante das energias que te prendem à roda do renascimento, e então terás ganho o direto real do livre-arbítrio – aquele angariado pelas consciências despertas.

Eu vejo em teu íntimo o desejo de evoluir, de melhorar. Eu percebo o quanto sofres quando percebes que te deixaste levar pelos problemas mundanos, quando deixas que o desequilíbrio tome conta de ti. Mas tu és forte, e tua determinação logo corrige tua rota, e mais uma vez estás trilhando o caminho do meio.

Hoje tu estás trazendo à tona toda tua herança energética e espiritual. Tua essência guerreira mescla-se ao conhecimento e à sensibilidade desenvolvidos no difícil cadinho de inúmeras encarnações terrenas. Estás pronta, filha! Continua na tua fé, nos teus estudos, no teu trabalho. Continua no aprimoramento íntimo de pensamentos e ações e, quando chegardes aqui, faremos então somente os últimos ajustes para que possas escolher teu destino.

Também sinto tua falta, filha. Vejo-te sempre, mas os diálogos contigo hoje são muito mais esparsos. Por isso te digo: suporta tuas provas, faz o teu dever de casa com gratidão e dedicação, não descuida de tuas responsabilidades com teus irmãos de caminhada, pois tu tens teu grau a reaver. Cada grau e degrau recuperado neste orbe, é uma alegria que se propaga por todo o Universo existente.

Nenhuma hierarquia ascende sem que todos os seus graus e degraus estejam em seus devidos lugares. É isso que hoje acontece com teu orbe, com tua estrela, com teu sistema solar – a humanidade hoje possui graus e degraus recuperados em número suficiente para que toda sua hierarquia possa deslocar-se uma escala acima rumo a ascensão!

Portanto, filha, cumpre tua parte e lembra sempre: estou feliz por ti!

 

Eu Sou Ellon, Mago Mestre da Luz Dourado-Cristalina.

Adonai!

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Recordar é viver… eu ontem quis ser diferente

Ontem eu fui apresentada ao blog do DiVasca. E há alguns meses já, eu sigo a Ila Fox diariamente. São pessoas que fazem, do seu talento, seu sustento. E eu os admiro.

Sou arquiteta formada. Estudei 6 longos anos pagos com meu próprio trabalho. Foram anos difíceis, de muito estudo, muita ralação. Escolhi a arquitetura porque sempre desenhei muito bem, adorava criar.

Apaixonei-me pelo curso logo na primeira aula – História da Arquitetura Contemporânea, ministrada pelo Prof. José Roberto Cannizza. Nunca esqueci aquela aula, e foi ali que me decidi definitivamente pelo curso. Desenhando, projetando, eu nunca vi o tempo passar. Eu sempre me lembro da célebre frase “escolha algo que você gosta de fazer, e você não terá de trabalhar um único dia de sua vida”. Para mim, desenhar, era isso. Era o meu lazer, que eu sonhava tornar minha profissão.

Infelizmente, na época, a Internet estava engatinhando. Ter um site era coisa de doido. Blogs não existiam, e conta de email tinha uns 150 Kb de armazenamento.

Meu trabalho de graduação foi a adequação do Shopping Center Vale à nova Lei de Acessibilidade, que definia os mínimos requerimentos para o acesso de deficientes físicos às instalações comerciais, públicas, etc.

A administração do shopping, na época, nem quis me receber. Dois anos depois de formada, o shopping todo estava adequado à nova lei – tudo que eu havia definido no meu Trabalho de Conclusão de Curso foi instalado no shopping. Por exemplo, eu projetei um elevador, quadrado e com painéis de vidro, num certo local. Eles fizeram o elevador exetamente naquele local, só que redondo, sem vidros. Usaram o projeto, nunca me pagaram, nem me avisaram. Meu trabalho está lá, na biblioteca da faculdade, para comprovar o fato. Mas direito autoral no Brasil é piada, e a ética tirou férias faz tempo e não tem planos de voltar ao país.

Ainda estudante, em meu penúltimo ano de curso, fiz um estudo de reforma e logomarca para uma sorveteria que ficava em frente ao Parque Santos Dumont, também em São José dos Campos. O estudo ficou tão bom que o cara usou o projeto, mudou um pouquinho a logomarca, e aplicou tudo, numa boa. O único problema é que ele nunca me pagou nem me deu a mínima. Com a reforma, ele acabou vendendo a sorveteria, que valorizou-se pela nova definição de cores, marca, etc. E eu nunca mais o vi… mas tive que engolir esse sapo e ver o meu projeto lá todas as vezes que passava em frente ao parque. E o que é pior: eu morava bem perto.

Eu era muito boa no que fazia, essa que é a verdade. Talvez se tivesse me formado há menos tempo até tivesse tido mais acesso, mais informação, mais condições de levar meu trabalho adiante. Mas da maneira como as coisas eram, foi impossível. Pagar contas, comer, vestir, eram imposições da vida às quais eu não podia me furtar. Acabei por enveredar pelo caminho das línguas, tradução, editoração e redação técnica.

Não me entendam mal, eu gosto do que faço. Do mesmo jeito que adorava desenhar, eu amo escrever. Mas não posso me furtar a um sentimento de nostalgia, e até de certa tristeza e frustração, quando me lembro da prancheta, do nanquim, dos lápis de cor, do giz pastel, da aquarela… até hoje me lembro do cheiro característico da borracha apagando os traços de grafite no papel. Ou das horas gastas desmontando as canetas nanquim e lavando pacientemente todo o mecanismo para que não secassem e deixassem de funcionar. Eu tinha um calo monstro no dedo… ossos do ofício… rs…

Mas o que eu queria deixar registrado aqui é que as pessoas, quando vêem uma logomarca, um projeto, um estudo de cores, a maioria tende a pensar que aquilo tudo saiu do nada. Como se o arquiteto, o ilustrador, ou o designer tivessem simplesmente agitado uma varinha e magicamente aquilo tudo apareceu exatamente como foi pedido, exatamente como elas queriam. Na verdade, quanto melhor o profissional, quanto mais antenado, mais capaz, mais criativo, melhor será o trabaho funal, e mais as pessoas terão a sensação errada de que aquilo tudo saiu sem esforço.

Mas não é assim. Por trás de um bom profissional de criação existem anos de estudo. Milhares de horas gastas lendo, olhando, estudando outros profissionais, tendências, materiais, processos, etc. A vida de um profissional de criação é quase tão doida quanto a de um médico – o estudo é constante, as mudanças de métodos e materiais também, a quantidade de grana e tempo gasta na atualização constante é enorme, enfim… tudo para que, quando alguém pague por seu trabalho, aquilo flua de maneira quase “mágica”.

Lembrem-se disso quando admirarem uma sala bem decorada, um quadro que te inspire, uma roupa de bom corte, um sapato lindo, um anel deslumbrante, ou mesmo a marca da bebida que você mais gosta. Tudo isso é fruto de muito estudo e dedicação, e não saiu de graça.

Hoje quero deixar aqui meu abraço especial a todos os profissionais de criação que ainda continuam mantendo-se com seu talento. Parabéns, vocês são verdadeiros guerreiros! 😉

Um dia…

Um dia eu quis ser pianista. Comecei a estudar piano clássico aos 10 anos de idade, depois de muito pedir que queria um piano. Quase seis meses depois ganhei um piano de verdade (de segunda mão, da marca M. Schuartzmann) dos meus pais.

Por 5 anos aquele piano foi meu amigo. Quando eu estava triste, sentava, tocava e chorava. Quando eu estava feliz, sentava e tocava… e às vezes chorava também. Morava numa casa e, muitas vezes, os vizinhos batiam à porta e pediam que eu tocasse uma música ou outra para eles. Era divertido.

Quando comecei os estudos do colegial técnico (segundo grau), acabei tendo que largar os estudos de música, pois as aulas eram em período integral e eu morava numa cidade e estudava em outra – tive estafa, e as aulas no conservatório dançaram, óbvio.

Mesmo assim eu continuei tocando quando dava e tinha vontade. Com o tempo as coisas ficaram mais complicadas, eu tocava cada vez menos, e por fim, aos quase 30 anos, doei o piano pois não havia lugar para ele no meu apartamento em São Paulo.

Foi difícil separar-me dele. E mesmo hoje, quase dez anos depois de ter me desfeito do piano, ainda me lembro da sensação de tocá-lo, do som acústico, do peso das teclas. Foi bom enquanto durou. Foi muito bom.

Naqueles anos eu também pintava. Sempre gostei de desenhar, e eu fazia pelo menos um desenho por dia. À lápis, normalmente em tamanho A3 ou A2, de preferência em papel canson bege. A pintura normalmente era com técnica de lápis de cor, crayon preto ou nanquim (bico de pena). Várias das minhas professoras tinham quadros meus, assim como minha mãe ainda tem alguns. Minha prancheta nunca estava vazia, e naqueles momentos de criação eu me transportava a outros lugares… era mágico. Com o tempo e as muitas atividades – estudo, trabalho, viagens – eu deixei de pintar. Ainda guardo todos os materiais, papéis, lápis, réguas, mas nunca mais consegui ter tempo e sossego para pintar. Uma pena, pois eu sinto muita falta disso também.

Sonhos

Lembro-me de dois sonhos que me marcaram muito naquela época. O primeiro deles eu me encontrava num local que parecia uma taberna rústica. Eu me sentei num banco de madeira, de frente para um palco, e ali então surgiram moças de vestidos brancos diáfanos, transparentes. Elas cantavam uma melodia maravilhosa e dançavam, pareciam anjos. Eu assisti todo o espetáculo, e então um homem veio até mim. Eu me levantei e ele me cumprimentou, pegando na minha mão e beijando-a de leve, como se fazia antigamente.

Ele era bonito, de pele branca e olhos e cabelos negros. Tinha um porte altivo e eu me lembro de olhar para ele como a perguntar “quem é você?”, ao que ele respondeu: Caruso.

Então ele me fez uma mesura como a dos toureiros e deixou a sala. Eu acordei.

Semanas depois eu encontrei uma referência numa enciclopédia que tinha em casa: Enrico Caruso foi um cantor lírico italiano, nascido em 1873. Um dos tenores mais brilhantes da época. Lembro-me que me emocionei muito quando li o pequeno texto sobre ele. A foto não conferia muito com a aparência dele no sonho – ele parecia mais alto, estava bem mais magro. Mas os olhos eram exatamente os mesmos, por isso eu acho mesmo que tive o prazer de ouvir uma de suas composições no astral. Eu tinha uns 15 anos.

Num outro sonho me lembro de andar por um caminho asfaltado de pedras num imenso gramado muito verde. O caminho, à minha direita, era ladeado por pinheiros cuidadosamente podados e de uns 2 metros de altura cada. A atmosfera era úmida, e uma bruma leve cobria tudo, como se fosse muito cedo ainda. Eu andei um pouco mais e cheguei à uma casa toda branca e de estilo modernista – linhas retas e simples. Ouvi o som de um piano lá dentro. Parei e me dirigi à porta, que estava entreaberta. A sala era enorme, e ao fundo era fechado com panos de vidro do chão ao teto que deixavam ver o gramado lá fora. No centro havia um grande piano de cauda branco. Um homem estava sentado ao piano e tocava enquanto mantinha a cabeça encostada à parte de cima do móvel. A música era melancólica mas muito, muito bonita. Eu fiquei ali parada ouvindo-o tocar. Lentamente ele ergueu a cabeça, sorriu para mim, e continuou tocando. A música tornou-se menos melancólica, mais alegre e festiva. Quando terminou a peça, ele se levantou, ficou de pé ao lado do piano e fez uma mesura, agradecendo-me, pois eu bati palmas para ele. Ele usava roupas de época, do século XVII ou XVIII acho. Ele estendeu a mão e eu a segurei, sentando-me ao seu lado ao piano. Perguntei mentalmente o porque dele deitar a cabeça sobre o móvel enquanto tocava. E ele respondeu “força do hábito”. Além disso, segundo ele, a vibração da madeira do piano era algo que o ajudava a compor – era como se a madeira “chorasse” sob a vibração da música. Nós tocamos algo juntos, eu errei várias vezes, ele me corrigiu, e eu me despedi. Ele me levou à porta, acenou num adeus, e eu acordei.

Sempre tive a sensação de ter sido Beethoven. Mas só confirmei as suspeitas quando assiti Minha Amada Imortal.

A doutrina espírita kardecista possui alguns títulos que descrevem um local chamado de Vale das Artes. Segundo esses relatos, artistas das mais variadas épocas e locais, quando desencarnam, acabam encontrando-se, por afinidade energética, naquele local.

Eu sinto falta daqueles sonhos, daquelas “visitas”. Eu sempre acordava muito feliz depois de um sonho desses. Muitas vezes tenho vontade de voltar a desenhar e a tocar só para realinhar a minha conexão d’alma com esses seres tão incríveis.

Um dia, quem sabe… um dia. 🙂

As forças da natureza

A cantora Clara Nunes sempre louvou aos orixás e às forças da natureza em suas belas canções. Filha de Yemanjá, fazia questão de cantar suas melodias vestida sempre de branco, com flores e/ou conchas enfeitando os cabelos. Logo após seu falecimento, sua irmã dirigiu-se à Uberaba para tentar uma psicografia através de Chico Xavier. Clara transmitiu uma bela mensagem, falando inclusive como fora seu desencarne tão nova.

Em 1977, Clara Nunes lançou a música “As Forças da Natureza”. Me espanta a atualidade da letra desta canção… inspiração divina? Premonição? Impossível termos certeza no momento.

Mas é certo que Clara foi um espírito iluminado, amparada em sua caminhada terrena por seus espíritos guias, e destinada ao canto das raças e dos orixás. Odoyá Yemanjá! Salve Clara!

Seguem a letra e o vídeo da música. Enjoy!

Quando o Sol

Se derramar em toda sua essência

Desafiando o poder da ciência

Pra combater o mal

E o mar

Com suas águas bravias

Levar consigo o pó dos nossos dias,

Vai ser um bom sinal.

Os palácios vão desabar

Sob a força de um temporal

E os ventos vão sufocar o barulho infernal.

Os homens vão se rebelar

Dessa farsa descomunal,

Vai voltar tudo ao seu lugar

Afinal…

Vai resplandecer

Uma chuva de prata do céu vai descer,

O esplendor da mata vai renascer

E o ar de novo vai ser natural!

Vai florir,

Cada grande cidade o mato vai cobrir,

Das ruínas um novo povo vai surgir

E vai cantar afinal!

As pragas e as ervas daninhas,

As armas e os homens de mal,

Vão desaparecer nas cinzas de um carnaval!

Coro da OSESP abre inscrições

A OSESP começou o processo anual de seleção para os coros infantil e juvenil. Para participar, não é necessário ter cantado em outros corais, saber ler partitura ou conhecer música de concerto. As inscrições vão até 25 de fevereiro e os testes para identificar o tipo de voz do candidato e sua aptidão para a música serão realizados entre 1º e 5 de março.
Seu filho, se for selecionado, terá aulas duas vezes por semana. Ouvirá música de fino trato.
Desenvolvolverá senso estético musical, disciplina, perseverança. Melhorará a postura, ficará mais desinibido. Além de melhorar a memória e os estudos (sim, quem estuda música tem mais facilidade com números, por exemplo).
Fará amigos, poderá fazer algumas viagens, e fará parte de uma das maiores Orquestras Sinfônicas do mundo… sem pagar NADA. O curso é gratuito.
Não é legal?
Então tá esperando o quê? Clique aqui para o coro infantil, ou aqui para o coro juvenil. Ah… se eu tivesse idade… 😦
Boa sorte!

Naturalismo mítico

A arte de Jonathon Earl Browser ficou “famosa” na internet por conta de emails que circulavam pedindo que as pessoas identificassem as figuras escondidas dentro dos espaços naturais que ele pintava. Um exemplo é este aqui:

Mystic Passage, por Jonathon Earl Browser

Mas hoje eu gostaria de apresentar para vocês a arte que Jonathon chama de Mythic Naturalism (naturalismo mítico, em tradução livre).

Todas as pinturas do naturalismo mítico possuem uma fonte de inspiração heróica, e retratam imagens belíssimas e cheias de detalhes. O ponto focal da obra é sempre uma figura feminina que, segundo o próprio artista, é criação sua, e tem quase sempre o mesmo formato de rosto e proporções – mudando apenas o cabelo, a cor dos olhos e da pele.

Mas o mais espantoso na obra de Jonathon são os detalhes que ele consegue definir utilizando óleo sobre tela. O óleo sobre tela é, para mim, uma das técnicas mais difíceis de se trabalhar – a tinta não é transparente e não permite sobreposições para criar-se novas cores, além do tempo de secagem entre uma seção de pintura e outra. O artista deve literalmente pensar por “camadas” se quiser atingir um bom resultado.

Sendo assim, pinta-se primeiro a cor de fundo e, dependendo do efeito que se quer, há que se esperar a secagem para só então pintar os detalhes de fundo, e assim por diante.

Imaginar um trabalho tão intrincado como o de Jonathon sendo cuidadosamente acabado, camada por camada, é realmente algo incrível.

A precisão dos traços, sobretudo nas formas geométricas e símbolos que ele desenha, é assombrosa. Suas obras estão à venda em seu site, onde pode-se inclusive comprar um catálogo colorido contendo figuras e explicações sobre a maioria delas.

Eu deixo aqui com vocês algumas das minhas preferidas. Um dia ainda compro um original desse cara… 😉

The Return – o retorno, em tradução livre, é um óleo sobre tela que traz 12 sereias – cada uma representando um signo zodiacal. A 13ª sereia, com asas, é o símbolo do espírito imortal que, após passar por todas as outras fases de evolução, ascende a esferas superiores.

Parsival’s Lament – o lamento de Percival, em tradução livre, retrata a criação do Universo tendo como centelha divina a mulher. Notem o fabuloso jogo de luz e sombra, e os chackras radiantes da personagem central.

Matrix of Eternity – matriz da eternidade, em tradução livre, é magnífico por sua representação da abóbada celeste como se fosse um vitral infinito. Notem o trabalho intrincado não só do vitral, mas também do manto que cobre a personagem central.Primeval Geometry – geometria primaveril, em tradução livre, representa o padrão eterno, e etéreo, de onde todas as outras formas se formam. Destaque novamente para o magnífico vestido da personagem central, e para o jogo de luz e sombra.

Se você gostou, visite o site do artista e clique nos links Mythic Naturalism I, II, III e IV. A maioria das obras possui close-ups (detalhes) e legend (a história mítica por trás da obra).

Mais uma coisa – se você gostou das obras de Jonathon, respeite a autoria. Não utilize a arte de Jonathon sem autorização. 😉