O Feminino é Belo, por uma Pombogira

O ideal feminino mudou, e continua mudando, durante os anos. Vide os quadros pintados na Renascença, Idade Média, as idolatradas Pinups dos anos 50, as magrelas dos anos 70, as gostosas dos 90 lideradas pela lindona Gisele Bündchen, e agora as marombadas/siliconadas dos anos 2000.

Mas, uma coisa é comum a todas as épocas a partir do momento em que a mídia tornou-se algo acessível (revistas, jornais, TV) – o ideal de beleza feminina passou a ser IMPOSTO a todas nós, dia e noite, noite e dia.

mulher

Lembro-me de ser chamada de Olívia Palito na escola. Sinceramente eu não gostava muito, mas não fiquei neurótica por conta disso. Muito provavelmente por conta da minha personalidade, nunca fui de dar muito crédito à opinião alheia – eu literalmente sou do tipo “to nem aí”. Ainda assim, o “fantasma” da magreza esquelética – eu cheguei a pesar 42 quilos, tendo 1,72 metro de altura – me perseguiu até a idade adulta. Mesmo tendo chegado aos saudáveis 63 Kg, já com bem mais de 30 anos de idade, eu continuei me vendo no espelho como MUITO magra. Daí comecei a perceber que as calças que sempre me serviram, não serviam mais, e então eu percebi que a minha visão de mim estava distorcida – eu já não era tão magra assim, mas os longos anos de assédio na escola continuavam na minha cabeça, me proibindo de me ver como eu era de verdade.

Foi trabalhoso tirar da cabeça que eu não era mais a Olívia Palito. Todo dia, a todo momento, repetindo para mim mesma que eu estava bem, saudável, bonita. Todo dia me olhando no espelho e tentando separar a ideia que eu fazia de mim daquilo que eu realmente era, daquilo que as pessoas viam e, geralmente, elogiavam em mim.

Agora, e principalmente por ter me tornado mãe, estou tentando reaprender a história de receber e fazer elogios. Até hoje, não sou boa em receber elogios, me sinto muito mal e muito sem graça… é um horror. Fazer um elogio sempre foi mais fácil… mas eu ainda sou sincera demais, crítica demais, chata demais comigo mesma para sair por aí elogiando aos 4 ventos.

Mas, porque este post?

Bom, se a diferença foi dura comigo, que era magrela, fico imaginando o que ela fez com as “gordinhas”. Tremo só de pensar… e me compadeço da falta de autoestima disseminada pela mídia como verdadeira epidemia mundial.

Tem também o fato de que minha filha, de 6 anos, desde que entrou na escola há um ano já sofre com os estereótipos sociais. Ela já sofre o tal chamado “bullying” (nome chique para um comportamento de merda) porque (a) “O seu estojo é feio porque não é igual ao de todo mundo”, sim eu comprei um estojo todo organizadinho, lindo, Faber Castell, rosa e cheio de borboletas para ela; as amiguinhas colocaram na cabecinha dela que o estojo era feio; depois de muito ouvi-la reclamar, e chorar, este ano comprei outro estojo, “igual” ao de todas elas. (b) “Você é feia porque não usa maquiagem nem gel no cabelo”, exato… e eu tive que explicar para minha filha que ela é bonita demais para precisar de maquiagem aos 5-6 anos de idade e que o cabelo dela é tão liso e brilhante que ela simplesmente não precisa de gel para mantê-lo disciplinado (essa briga, pelo menos, eu ganhei!). (c) “Você não faz parte do nosso grupo porque você vem de bermuda e não de shorts”, isso porque minha filha tem coxas grossas e em dias de calor, se ela usar shorts curtos, ela volta para casa toda se coçando, com assaduras, enquanto as amiguinhas são magrinhas, bem fininhas, e as perninhas nem roçam uma na outra. E por aí vai…

Então, minha gente, o propósito deste post é falar sobre autoestima feminina; é para todas as mulheres, moças e meninas que se acham feias, gordas, magras, brancas demais, negras demais, louras demais, ruivas demais, altas demais, baixas demais, etc, etc, etc.

Com a palavra, Senhora Rosa, Rainha da Encruzilhada:

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“Esse modelo, de abdomens negativos, seios inflados e duros, quadris redondos e de pele hiper lisa. Essa hegemonia de cabelos lisos, longos, claros e sem volume. Essa busca incessante pela aparência jovem, magra, alta e esguia, quase élfica. Todo esse modelo é, em si, uma falsidade. Uma falsidade disseminada pelos propagandistas, pelas mentiras do comércio a qualquer custo, pelo engano que a falta de conhecimento traz.

A mulher, em primeira instância, é a catalisadora do mistério do movimento ondulante. As curvas sinuosas fazem parte da natureza feminina, e é por isso que tende-se a achar que toda forma curva é bela, sensual, feminina. Sendo assim, a sábia mãe natureza dotou o corpo feminino com muito mais gordura que o masculino. Nossa capacidade de gerar a vida, alimentá-la, mantê-la e doá-la ao mundo é única, e nisto também a natureza foi, e é, sábia.

A gordura protege e aquece nosso corpo, nos faz recipientes perfeitos para que a vida possa crescer e desenvolver-se dentro de nós. Nossos seios incham e esvaziam-se, também ao sabor dos hormônios que, em nós, são regulados pelas energias dispensadas pelas fases lunares. Infelizmente hoje, esses mesmos hormônios estão há muito sendo esquecidos e adormecidos, tratados como maléficos para a maioria da população feminina e substituídos por químicos poluidores do corpo e da mente.

Mal sabem estas moças que a razão do sexto-sentido feminino reside nesta nossa ligação com a energia lunar, a energia do sentimento, a energia que “infla” as águas no planeta… as águas Geradoras Divinas que são mães de todos nós, homens e mulheres.

Que belo foi o tempo em que o feminino era celebrado como Divino, belo e inatacável em suas virtudes…

A vocês, moças, deixo meu apelo: não se deixem enganar. A natureza é feita de diversidade. Toda a espécie que se torna uniforme, indistinta, sem diferenças, acaba por fenecer, porque a Vida tem como base a Criatividade e para criar o Grande Artista Divino não pode ser tolhido por regras que delimitem sua Criação.

Não se delimitem. Vocês são belas e perfeitas como as rosas. Olhem as rosas num jardim – nenhuma é igual à outra. Umas maiores, outras menores, umas com mais pétalas, outras com menos, umas mais vermelhas, outras menos, umas brancas, outras rosadas. Parecidas, sim, mas todas diferentes. Cada uma com qualidades e defeitos próprios mas, ainda assim, formam um lindo jardim.

Resgatem o amor próprio, olhem-se no espelho e elogiem-se. O modelo que tentam vender a vocês não existe – foi criado pelo mercado, pelos computadores, pelos cirurgiões, pelos remédios…

Vocês são a luz do mundo, o Santo Graal está em vocês. Não permitam serem roubadas de sua beleza, de seu poder, sem lutar. Juntem-se, elogiem-se, criem suas filhas para gostarem de si como seres únicos, dotados dos dois maiores dons do Universo – amar incondicionalmente e gerar vida. Nada se faz no Universo sem Amor e Criatividade e nós, mulheres, somos as dispensadoras naturais desses dois mistérios primordiais!

Sejam guerreiras. Nós, as guardiãs da noite de todas as linhas de todos os Tronos Divinos, estamos com vocês!”

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Saravá Pombogira! Pombogira é Mojubá! Salve as forças femininas!

A parte que nos cabe em todas as tragédias…

Nesse momento os culpados são muitos, acredito. Qualquer um que, nesse caso do incêndio, sabia dos riscos e ainda assim jogou com a vida daqueles jovens, está enquadrado como culpado. E culpado continuará sendo por toda a eternidade até que, lá na frente, quando suas consciências finalmente acordarem, iniciarão o processo de restauração do desequilíbrio macabro que iniciaram naquele dia. Ninguém fica impune. A justiça humana ainda é muito falha, assim como nós todos somos falhos. Mas a Vida é onisciente e onipresente — a ela importa o equilíbrio de todas as coisas, e aqueles que, por descuido consciente ou não, desequilibram a Lei da Vida, hão de pagar o preço, seja agora, daqui a alguns anos, ou mesmo daqui a milênios.
A Vida não desampara ninguém, mas também não permite que o desequilíbrio e a falta de consciência humana se perpetuem por muito tempo. Este país ainda tem muito o que aprender, assim como muitas das nações no mundo. Mas o problema está na base, na educação que dá guarida e cria o adulto infrator. Não se educam crianças para serem solidárias, humanas, para se importar com os sentimentos alheios, para viver com hombridade e respeito ao próximo e aos demais seres vivos.
Educamos nossas crianças para “vencer na vida”. Um deslize aqui, outro acolá, que importa? O importante é que vençam, não é assim? Quantos ensinam seus filhos o valor de um ato gentil, da palavra amiga, da compreensão dos sentimentos alheios, do fato de que aquilo que dói neles, pode também doer nos demais? Quantos de nós, sejamos brasileiros, norte-americanos, ingleses, ou de qual nacionalidade sejamos, nos lembramos de dizer aos nossos filhos que nós somos almas em evolução e que este sim é o propósito primordial da Vida? Por acaso ensinamos aos nossos filhos a enxergar além do véu da materialidade, a compreender que o prazer passageiro não vale o sofrimento de ninguém, a perceber que a integralidade dos valores cívicos servem para que possamos todos ter direitos, mas também DEVERES?
Hoje achamos bonito o filho de carro novo, com a roupa da moda, falando vários idiomas, diplomados pelas melhores universidades. Mas esquecemos que o idioma mais importante não os está sendo ensinado: o amor ao próximo. E então formamos mais uma leva de adultos que acham que adulterar um laudo técnico não tem problema. Que receber propina, não tem problema. Que mentir descaradamente, não tem problema. Afinal, todo mundo faz, sem isso não chegamos a lugar algum, não é?
Pois é… chegamos. Chegamos a barbárie moderna. 😦

O médium e sua família

A comunicação mediúnica nem sempre é tarefa fácil. São inúmeros os livros, principalmente do Chico Xavier, que explicam como o espírito passa anos treinando para ser capaz de transmitir suas mensagens de maneira coesa e consistente aos encarnados.

O véu que nos separa da vibração mais rarefeita é difícil de transpor e, se isso não bastasse, ainda encontramo-nos assoberbados de tarefas diárias, preocupações, responsabilidades mil…

Poucos são aqueles que encontram uma maneira de dedicar alguns minutos do dia à pausa, a uma pequena meditação, uma conversa consigo e com seus amparadores. Para quem é pai/mãe então, mais difícil ainda se torna a tarefa.

E foi assim que ontem passei grande parte do dia com frases na cabeça. Primeiro veio-me uma seqüência de palavras: médiummagomedíocre. Depois, uma mensagem bonita sobre o (mau) comportamento daqueles que, como eu, são estudantes espirituais e convivem, diariamente, com a espiritualidade.

Mas o tempo passou e eu ainda não consegui me lembrar das palavras exatas, infelizmente. Sei que era Seo Zé Pilintra o mensageiro, pois sempre tento identificar o comunicante.

Então, vou tentar transmitir para vocês o que me foi dito ontem. As falhas, se existirem, são minhas, é claro. 😉

Cidadão nasce no mundo e já se considera importante. Não que cada um de nós não seja importante no mundo – não, não… nós todos temos nossa importância. Mas a maioria das pessoas se considera acima do bem e do mal. Médium, então, quando ouve seu guia dar consultas, sempre vê os defeitos alheios, mas nunca pára para pensar que aquela mensagem, aquele toque, aquele puxão de orelha, poderia muito bem servir ao próprio umbigo de vez em quando.

Quantos de vocês têm toda a paciência do mundo com o consulente mas, quando chegam em casa, não têm a capacidade de dedicar alguns minutos de seu tempo ao companheiro(a) ou aos filhos? E quantos de vocês são extremamente tolerantes com os erros alheios, desde que não aconteçam dentro de suas próprias casas?

Quantos mantêm o sigilo sobre as consultas dadas por seus Guias, mas na primeira oportunidade falam mal de seus companheiros, de seus filhos, de seus pais e irmãos? Aqueles mesmos que vocês um dia prometeram amar e respeitar até que a morte do corpo viesse…

Ahahaha… quanta mediocridade. Acaso acham que, por seus préstimos como médiuns e/ou magos, se isentam da parcela de culpa pelos problemas que criam ao agir desta maneira? E o pior: a cada nova pedra no caminho, mais e mais culpam os demais, aqueles que deveriam ser seu esteio, sua fortaleza em casa, seu projeto primeiro de reconstrução moral e emocional.

Que pena… e que imbecilidade. Pois hoje eu digo a vocês, estudantes do oculto, que a cada lágrima derramada pelos seus por conta de vossos atos impensados, milhares serão as chagas abertas em seus corpos fluídicos do lado de cá, e mais difícil será vossa senda na carne. De nada adiantará servir ao Altíssimo dentro de um centro, de um terreiro, de uma igreja, ou onde quer que seja, se em seus lares forem os algozes, os criadores de caso, os juízes.

Lembrem-se que nasceram na família que precisavam nascer; casaram-se com aqueles que foram colocados em seus caminhos para ajustarem-se; trouxeram ao mundo aqueles que precisavam nascer como vossos filhos. São seus desafetos de outrora? Sim, muito provavelmente. Mas a vocês, que é dado o conhecimento, também é cobrada uma postura de acordo. Se conhecem o desenrolar da Lei de Causa e Efeito, porque continuam a causar as próprias chagas? Porque continuam a empurrar o jarro de barro ladeira abaixo, se sabem que, cedo ou tarde, há de se espatifar?

Parem. Reavaliem. Uma coisa é magoar um estranho, ou mesmo um amigo. Outra coisa é magoar um filho, um pai, uma mãe, um companheiro que você jurou proteger e amparar. Lembrem-se disso, obreiros do Altíssimo. E salvem suas vidas de maiores dissabores.

Saravá o povo do branco!

Sinceridade infantil… mata.

Crianças são sinceras…

 

Cena: manhã de terça-feira, eu quase pronta para sair para o trabalho. Chego na sala onde minha filha de três anos brinca e toma seu café da manhã. Ela pára e me olha de cima a baixo.

[Belah] – Mamãe… onde você vai?

[eu] – Vou trabalhar, coração.

[Belah, ainda me olhando] – Você vai assim?

[eu, antevendo que não iria gostar do que oviria] – Vou filha, vou sim… porque? Não gostou da roupa da mamãe?

[Belah, meio sem jeito] – Mas e essa busa, mamãe?

[eu] – O que tem a blusa da mamãe, filha?

[Belah, tentando não magoar aquela que lhe trouxe ao mundo] – Ah, mamãe… pecisa pô uma busa mais legal…

[eu, sem saber se ria ou chorava] – Mas essa blusa é legal, filha. Você não gostou?

[Belah, rasgando o verbo] – Mamãe… essa busa é di dormi… num é busa de tabalhá.

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Blusa de malha off white – R$ 49,90 (acho)

Calça capri bege risca de giz da GAP – não lembro o preço, comprei quando estive em Miami, há anos.

Sua filha de 3 anos te dando lição de moda – não tem preço.

 

Para tudo mais existe MasterCard, minha gente… MasterCard.

(O meu, por sinal, tá estourado… 😦 )

Do porque certos argumentos não funcionam…

Segunda à noite. Belah sobre o trocador, depois de tomar banho, segurando uma bonequinha enquanto eu penteio o cabelo dela.
[eu, tentando penteá-la] – Belah, vira pra cá, filha…
[Belah, com raiva porque não queria parar de brincar] – Ah! Eu não quero pentear o cabelo!
[eu, tentando apaziguar os ânimos] – Belah… pra ter cabelo compridinho feito o da mamãe, filha, tem que pentear… lavar… cuidar direitinho, entendeu? Senão é melhor raspar a cabeça e ficar igual seu tio, careca.
[Belah, sorrindo] – Mamãe… o titio tem que cortá o cabelo igual meu goido.
[eu, rindo também] – Ah… seu tio tem que cortar o cabelo igual o papai?
[Belah] – É.
[eu, querendo explicar o processo] – Então, filha… mas o titio não tem cabelo igual o papai, coração. O titio é careca porque o cabelo dele caiu. Ele perdeu o cabelo, não tem mais…
[Belah, finalmente olhando pra mim, horrorizada] – Onde, mamãe? Onde o titio pedeu o cabelo, mamãe?!
[eu, tentando segurar o riso, uma vez que ela estava relamente com dó do tio, os olhos marejados] – Não, filha… olha… não é isso… o titio foi perdendo o cabelo ao longo do tempo, entende? Os fios de cabelo foram caindo desde que ele era mocinho, novo ainda. Não é que caiu tudo de uma vez, num lugar só, entende? Foi caindo… não tem como procurar, juntar e por de volta, coração.

Nota mental – cuidado com as explicações e comparações que você apresenta às crianças… elas serão sempre literais.

Uma forma eu sou…

Existe um programa na Discovery Kids chamado Mister Maker. Minha filha foi apresentada a ele bem cedo, uma vez que ela se encantou com as quarto formas que dançavam ao som de uma música bobinha e repetitiva.

Ela nem falava direito, mas já se agitava e ria alto quando via as formas dançando… e o tempo passou. Há alguns dias atrás, Belah, do alto de seus quase 3 anos de vida, transformou aquelas formas em família e deu a cada um de nós um papel fidedigno:

[Belah] – Mamãe, você é o etângulo. E a vovó é o cículo

[eu, querendo ver onde aquela história ia chegar] – E o papai, quem é?

[Belah, rindo] – Papai é o cuadado!

[eu, rindo junto] – Ah! E você é o triângulo, Belah?

[Belah, apontando para a própria barriga] – A Belah é o tiângulo! Amaelo! E você é o etângulo vemelho! Gandão! E o papai é o cuadado azul! Azul! Fofinho! E a vovó é o cículo osa! Osa! Hahahaha…

Pelas associações, eu estou bem na fita, porque o retângulo parece ser o chefe da turma, é alto e magrinho. Já o quadrado e o círculo… vai saber, né? Deixa pra lá…

Uma forma eu sou! Lálálálá…

Belah e seu primo Barney

Cena: domingo à noite, eu vestindo pijama na Belah para ela dormir e o pai batendo papo com ela enquanto eu faço todo o trabalho duro (ôôô… vidinha besta…rs…).

[Belah, falando mais que a boca] – Papai, vô fazê um desejo!

[Diego, sem entender nada] – Ãh?!

[Belah] – Vô fazê um desejo de vela, papai.

[Eu, também sem entender] – Como assim, filha? Explica pro pai direito, explica…

[Belah, rindo] – Um desejo de bolo, papai!

[Diego, juntando as peças] – Ah, você vai fazer um desejo no bolo de aniversário? Você vai apagar a velinha e fazer um desejo, é isso?

[Belah, achando o máximo a idéia] – É! A Belah vai fazê um desejo de vela no bolo de Minnie!

[Diego] – Ah, tudo bem. Quando a Belah fizer aniversário o papai compra um bolo de Minnie pra você fazer seu desejo, tá bom?

[Belah, mudando totalmente o assunto] – Não, papai… o aniversáio é do meu pimo Báney.

Eu e Diego trocamos olhares e rimos.

[Diego, rindo] – Ok, então se o Barney é seu primo, quer dizer que o pai dele é meu irmão?

[Belah, com suas “sacadas geniais”] – Não, papai… é da mamãe!

[Diego, rindo mais ainda] – Ah! Da sua mãe! Ou seja, sua mãe é a irmã do dinossauro, sei, sei…

[Eu, já prevendo onde tudo ia levar] – Diego, fica quieto…

[Diego, rindo muito] – Mas foi ela quem disse que você é irmã do dinossauro, ué… automaticamente a dinossaura aqui é você… ahahahahahahaha…

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Barney de pelúcia que canta “Amo você” – não sei, foi presente da madrinha.

DVD Cante com o Barney – R$ 19,90 na Saraiva

Seu marido e sua filha dizendo que você é parente, em primeiro grau, de um dinossauro – não tem preço.

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Para tudo mais existe MasterCard, minha gente… MasterCard.