Nós nascemos para prosperar!

Em Outubro de 2011 meu irmão me enviou um link para o site do movimento norte-americano chamado Thrive (prosperar, florescer, crescer, desenvolver-se, ser bem sucedido). Este movimento é encabeçado por Foster Gamble, herdeiro da Procter & Gamble, que desde criança mostrou inclinações diversas daquelas ansiadas por sua família.

O movimento foi lançado oficialmente em Dezembro último, com a veiculação mundial do filme homônimo, inicialmente subtitulado em alguns poucos idiomas. O filme poderia ser transmitido por um valor de US$5,00 (cinco dólares americanos) na época, ou poderia-se comprar o DVD por cerca de 15 dólares.

Hoje o filme encontra-se facilmente no YouTube, na íntegra. E esta semana recebi o link do filme subtitulado em Português. Mas, afinal de contas porque eu estou fazendo propaganda gratuita de um documentário?

Vamos aos fatos:

Foster nasceu nos Estados Unidos e, por volta dos 12 anos de idade, enquanto observava o Sol brilhando através da janela de seu ônibus escolar, teve a nítica impressão de visualizar um campo eletromagnético ao redor do astro-rei.

Desde então aquela visão norteou sua vida e ele conseguia identificar a mesma formação ao redor de múltiplas estruturas, pessoas, plantas, frutas, etc.

Ele promoveu estudos, simpósios, e verificou que aquela era a base para uma energia limpa, inesgotável e gratuita. Energia esta que poderia mudar completamente a face do nosso planeta.

Mas foi então que ele verificou que inúmeras pessoas, antes dele, já haviam descoberto a mesma coisa. No entanto, foram sistemanticamente caladas, levadas à ruína, e algumas vezes até à morte…

Foster então dedicou 10 anos de sua vida montando todo o material do site, que foi condensado neste filme documentário. São duas horas de fatos horripilantes, e eu devo dizer que chorei várias vezes. O site tem muito mais informação, mas está todo em inglês.

As informações são chocantes, e tão absurdas que a gente chega a duvidar. Mas, se você é curioso como eu, verifique o que há na internet sobre as famílias Rotschild, Rockfeller, Morgan; verifique a FEMA, órgão norte-americano que se destina à “proteção” da população em tempos de crise; verifique expoentes da ciência, como Nicola Tesla; depois procure por informações sobre geradores e motores de energia eletro-magnética; depois busque informações sobre o que há de absurdo nas vacinas que nós damos aos nossos filhos; e depois verifique que existem milhares de estudos sobre curas de câncer, todas elas paradas, sem subsídio nenhum, porque não dá lucro para nenhuma empresa de medicamentos a cura efetiva de NENHUMA doença… quanto mais de algo deste tipo; e se não estiver satisfeito, verifique os efeitos nocivos do flúor na água que bebemos todos os dias e se pergunte porque somente os Estados Unidos, Canadá e o Brasil ainda continuam nos assassinando sileciosamente enquanto dizem tratar de nossos dentes (sim, todos os demais países já erradicaram o flúor dos componentes que podem ser colocados na água potável). E quando você cansar de ler e ver a quantidade absurda de informações que corroboram todo o documentário de Foster, faça como eu – fique puto! E divulgue a informação para o maior número de pessoas possível.

É possível viver mais e melhor. É possível trabalhar menos, gastar menos, comer melhor, ser mais saudável. É possível viver bem e em abundância sem termos que esgotar nossos recursos naturais, ou ferir animais e plantas no processo. Basta querer!

E como diz Foster em seu documentário – Nós nascemos para PROSPERAR!

Namastê!

Passado, Presente e Futuro

Chico Bento, de Maurício de Souza. O matuto mais legal da Turma da Mônica.

Eu me lembro do meu primeiro computador. Era um XT, com dois floppy drives, um de 5 ¼” e outro de 3 ½”. Os discos de 5 ¼” eram flexíveis, e para aproveitar melhor a capacidade de armazenamento nós, geeks de então, cortávamos a lingueta no lado direito do disco, para então poder virá-lo e gravar do outro lado da mídia…rs…

Eu fazia o penúltimo ano do curso de processamento de dados e difícil, naquela época, era programação em Cobol, Fortran e Assembly. Comecei com um sistema operacional chamado Cisne alguma coisa, e quando peguei o MS-DOS tive que decorar 10 páginas de comandos para a prova de sistemas operacionais… CD (change directory), MD (make directory), RD (remove directory)… mais todos os parâmetros possíveis e imagináveis para cada um deles. Não existia, no mundo Microsoft©, a tal interface gráfica para PC… e nós nunca havíamos sequer chegado perto de um Macintosh, computador pessoal da Apple©. Banco de dados era DBase III ou DBase III Plus, onde você determinava o campo, tamanho e o valor, nada mais.

Minha “máquina” tinha monitor de tubo (CRT) de fósforo verde. Editor de textos? Eu tinha um, mas não lembro o nome.

Dois anos depois, já quase na época da minha formatura, vendi o dinossauro, e comprei um AT, com monitor CRT colorido e sistema operacional Windows, que eu detestava por sinal, porque legal mesmo era digitar os comandos no ROOT.

Me lembro da estréia da Internet, com notícia veiculada no Fantástico. Lembro-me do âncora (acho que era o William Bonner) dizendo da preocupação mundial com a ativação daquela malha através de satélites… o nome? World Wide Web… coisa que eu vi, ouvi, e não entendi lhufas na época. Afinal, aquilo tudo estava a anos-luz de distância de mim e eu sinceramente achei que nem ia “pegar”.

Minha primeira real interação na internet foi uma conta de email Yahoo!, que tinha espaço de armazenagem limitado. Além disso, eu criei um perfil no ICQ (a sigla, em inglês, quer dizer “eu procuro você”), um sistema de troca quase instantânea de mensagens.

De lá pra cá, eu passei por inúmeras versões do Office e do Windows. Tenho 3 contas de email diferentes. Um laptop widescreen com um único drive de DVD, nada mais, graças às inúmeras portas USBs e aos dispositivos de armazenagem do tipo pen drive. A internet não só “pegou” como virou parte do meu ganha-pão, assim como do de muita gente.

Nunca mais usei uma única folha de cheques. Dinheiro? Só se for o de plástico, pra passar na maquininha de débito, não importa se é na padaria ou no teatro.

E se…

Agora, eu pergunto a vocês – o que acontece se um mega apagão atingir nosso planeta, como prevêem alguns astrônomos e profetas do apocalipse? Dizem, pelo que pude entender, que nossa estrela central, o Sol, está prestes a lançar uma massiva onda eletromagnética em direção à Terra, por conta de uma explosão solar imensa. Pode acontecer a qualquer minuto mas, segundo cálculos, é bem provável que ocorra de meados de 2012 para frente.

Se isso acontecesse, nossos satélites seriam, em sua maioria, desintegrados. Tudo, mas tudo mesmo, que depende de eletricidade, pararia. Tudo: seu carro, celular, TV, computador, portas eletrônicas, elevadores, aquecedores, ar condicionado, geladeiras… tudo. E, dizem, a coisa seria tão feia que nós demoraríamos MESES para restaurar apenas parte do estrago.

Agora, o mais óbvio: como é que a gente come nesse meio tempo? Eu não posso passar meu cartão na maquininha. E mesmo que eu fosse à padaria com o dinherio em espécie, os fornos são elétricos e o padeiro não teria feito pão. Nossos meios de transporte dependem de eletricidade para trafegar, e não poderiam transportar nenhum tipo de matéria prima ou recurso humano.

E nesse mundo caótico, sabe aquele matuto que mora na roça, cozinha no fogão à lenha, nunca ouviu falar de celular ou internet, e anda de carroça puxada pela mula? Pois é… parece que ELE é o homem do futuro minha gente…

Vote no Meninos, eu vi!

E então eu descobri que existe essa campanha super banaca da BlogBooks desde 2009. A promoção é patrocinada pela Universo do Autor e pela editora Singular Digital. O intuito é avaliar o contéudo dos blogs inscritos, transformando os melhores, e mais votados, em livros… uhuuuu! E vocês sabem que livro é comigo mesmo, né?

Então, cá estou em campanha eleitoral! Visitou? Leu? Gostou? Vote (clicando neste banner abaixo ou na barra lateral, tanto faz):

E vamos torcer para que o conteúdo do blog seja de interesse para publicação! 😉

Toda a felicidade do mundo!

Até o convite é de bom gosto, fala sério?

Eu acredito que a gente veio ao mundo para ser feliz. Ou pelo menos para tentar. Então, quando eu vejo iniciativas neste sentido, fico contente.

Minha amiga Fabíola me presenteou como uma ótima notícia hoje. Me enviou um convite para a inauguração de sua loja de artesanato em São José dos Campos!

Pity, como todos os amigos a chamam, sempre foi uma artesã nata. Estudou Exatas, mas a verdade é que seu coração, e sua alma, sempre quiseram voar mais longe. Entre trancos e barrancos, tristezas, decepções, depressões, e muita, muita coisa bonita que ela já fez, sempre disse a ela que ela deveria tentar esse ramo. Então imaginem a minha felicidade quando ela me enviou um email hoje convidando para a abertura da loja da família (a mãe dela também faz coisas lindas!).

Então, se você mora em São José, ou próximo de lá, ou se você pretende ir passear pelo Vale do Paraíba nos próximos dias, dê uma passadinha pela loja da minha grande amiga. Tenho certeza que você encontrará coisas muito bonitas, feitas com muito capricho e dedicação. Mas, acima de tudo, você estará contribuindo para a realização de um sonho. O sonho de felicidade da Pity.

Parabéns amiga! Você merece! 🙂

Chegou!

Olha só o meu lindo "bebê" sendo vendido online!

Hoje meu livro chegou, via Sedex. Afinal de contas, que tipo de autora eu seria se não comprasse meu próprio exemplar, certo? Devo dizer que fiquei com um friozinho na barriga quando vi o embrulho. Minha mãe, que revisou o manuscrito a primeira vez para mim, disse que vai ler de novo, e me perguntou quais os próximos passos agora. Expliquei a ela o processo da Bookess – o interessado entra no site e faz a compra; a editora faz a impressão sob demanda. Então agora o negócio é torcer para que as pessoas gostem, para que haja divulgação, para que o trabalho dê frutos.

Muita gente havia me perguntado sobre o livro, dizendo-se interessados na compra. Mas a gente sabe que as coisas não estão fáceis e que leitura não está entre os itens de primeira necessidade, certo? Então, agora é sentar e aguardar. Enquanto isso, escrevo mais dois… 😉

Aqueles que quiserem divulgar, por favor o façam através do link: http://www.bookess.com/read/4143-isabel-por-amor-e-lagrimas/. Lembrando que o livro custa R$36,30 e que o frete é gratuito para todo o Brasil.

Obrigada a todos que me deram apoio ao projeto: minha mãe, Diego, Eliana, Samanta… se não fosse pela força de vocês e pelo estímulo, acho que eu teria deixado o livro na gaveta para sempre. Valeu!